"Atinja 1, eduque 100, a noticia corre.
Outros podem nos imitar, somos só o pavio.
Achamos mais original ter uma causa... Mudar o mundo"

Jules: Sempre fui mais de observar, do que de participar. Entende? Ainda me sinto assim... na vida real.

Me sinto assim também. Fui atingida com esse filme. Mas como diz o Jan, quem vê não participa...


ASSISTAM ESSE FILME, POR FAVOR!!!


"- Quantas pessoas lá embaixo estão pensando em revolução?
- Neste momento, não muitas.
- Às 22:45, estão vendo TV. Provavelmente. Os europeus passam quatro horas por dia diante da TV. Quatro horas!
- Um horror!
- Não sobra tempo para idéias revolucionárias."

"- Quantas horas por dia você trabalha?
- 13, 14 horas, tranqüilamente.
- O que faz com tanto dinheiro? Você acumula coisas. Coisas grandes e caras. Carrões, mansões, um iate. Um monte de coisas pra dizer: ''Sou um macho alfa''. Não vejo outra razão. Nem tem tempo pra curtir o seu iate. Então, por que sempre quer mais?
- Vivemos numa democracia. Não devo explicações sobre meus bens. Paguei por eles.
- Errado. Vivemos numa ditadura do capital [...]
- Posso bancar mais coisas porque trabalho mais. Tive as idéias certas na hora certa [...]
-Papo furado.
-Todos têm chances iguais [...]
- No sudeste da Ásia, muitos trabalham atê 14 horas por dia... e não têm mansões. Ganham 3O euros por mês. Também tem boas idéias... mas não conseguem pagar um ônibus à cidade vizinha.
- Desculpe por eu não ter nascido na Ásia.
- Mas ainda assim pode tornar suportável a vida lá. O Primeiro Mundo devia perdoar a dívida do Terceiro Mundo [...] Vocês os querem pobres! Para poder controlá-los... forçá-los a vender seus produtos a preços ridículos."

"- É a regra básica do sistema: exaurir todos até o limite... ...para que não possam reagir.
-Não é verdade. Claro, precisamos melhorar as coisas. Proteção ambiental, aumentar os preços do produtor... ...mas o sistema não vai mudar.
-Por que não? [...]
- É da natureza humana querer ser melhor que os demais. Todo grupo logo elege um líder. E a maioria só fica feliz quando compra algo novo.
- "Feliz"? Acha que as pessoas são felizes, Hardenberg? Abra os olhos. Saia do seu carro... ande pelas ruas!

Elas parecem felizes ou parecem animais assustados? Veja suas salas de estar. Todas grudadas na TV... ouvindo zumbis chiques falarem sobre uma felicidade perdida.

Dirija pela cidade. Verá a imundice, a superpopulação... pessoas feitos robôs nas escadas rolantes das lojas. Ninguêm conhece ninguém. Acham que a felicidade está ao alcance... mas ela é inalcançável [...]

Mas tenho uma notícia pra você, executivo: a máquina superaqueceu. Somos só os precursores. Sua época está para acabar.

Enquanto você surfa na tecnologia, outros sentem ódio. Como as crianças das favelas vendo filmes de ação americanos. É só o começo.

Haverá mais. Mais casos de insanidade... serial killers, almas destruídas, violência gratuita.

Não pode sedar todo mundo com game shows e shoppings... e os antidepressivos não irão funcionar para sempre.

O povo está cansado da merda do seu sistema.
- [...] Eu jogo o jogo, mas não fiz as regras.
- Não importa quem inventou a arma, e sim quem puxa o gatilho."



Minhas mãos não são suficientes para te dizer. Meus olhos não chegarão tão perto de refletir. Eu não vou conseguir materializar tudo para te entregar numa caixa. Não vou te prometer o que não posso cumprir nem vou sacrificar flores mortas. Eu vou te lembrar, só, do amor.

Não é a data que é especial, é você. É o amor que te torna especial.

Feliz dia 12, mas acima de tudo: feliz todos os outros dias. 

(Amanda Rodrigues)


http://www.flickr.com/photos/marcelocamelo

Vou fazer cena amor,
Pra ver
Se vale a pena a dor
Só pr'eu ser tema desse teu compor.

Não sou assim amor,
Foi só
Uma maré ruim,
Perdoa o drama,
E não desiste de mim.

Você quando chamou, eu não pude ir,
Eu tive muito medo na hora
E hoje eu sou culpada.

E eu, que fico à flor da pele,
Sem querer,
Eu tenho um coração vulcânico
E sempre acabo errada.

Não, não diga que eu lhe trato mal,
Eu tento tanto te fazer feliz,
Mas acontece qu'eu sou desastrada.

Não, eu nunca quis te machucar,
Prometo pra você deixar de cena,
Acho que eu só quero ser amada.

(Cena - Mallu Magalhães)

Essa unha da semana virou unha do semestre! 
Está muito difícil ter tempo pra cuidar de mim, mas agora, com a greve da faculdade, arrumei um tempinho pra cuidar da unha.

E eu estava totalmente por fora das novidades do mundo dos esmaltes... Até que de tanto procurar encontrei as unhas de pelúcia, e fiquei apaixonada, uma fofura!

Então não sosseguei enquanto não fiz na minha unha, ou no meu projetinho de unha!


Encontrei o pó de camurça/pelúcia/flocagem (chamem todos os nomes para o vendedor entender rs) em uma loja de artesanato e o mais bacana era o amarelo, tinha o verde, mas minha unha pareceria lodo e tinha o marrom, não sou chegada em marrom, então comprei o produto amarelo! E é bem baratinho, paguei R$ 6,00.



Passei como base o Yellow da coleção Block Color da Ludurana, limpei e após uma a uma passando o Top Coat da Colorama e mergulhando no pozinho ATENÇÃO: Gente, o pó é todo embolotado, não adianta você só bater, que não vai sair o excesso! Tem que esfregar com o dedo pra ficar bacana... E assim que terminar lave uma louça, tome um banho, que fica perfeita!

Não é uma unha duradoura, é mais para caso você queira sair... ou usar em um dia só, porque sai com facilidade.


É um mimo!!!



"O sofrimento é o ônus do viver, o custo do amor, a paga pelo crescimento, o preço da maturidade. Viver é muito perigoso, já dizia Guimarães. Amar é muito precioso. Crescer é muito doloroso. Amadurecer é muito custoso. Crer é coisa de teimoso. O sofrimento diminui o poder da morte, dissolve a crueldade da indiferença, envergonha a pequenez da alma, desmascara o mundo de mentirinha da ingênua infância, quebra a maldição da incredulidade. Aceitar a realidade e inevitabilidade do sofrimento é escolher a vida, decidir amar, optar pela plenitude, apostar na fé."

(Ed René Kivitz)

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