Cadê menina solta, de cabelo solto, de idéias a toas e boas?
Cadê morena branca, de bandeira branca, sem brigar consigo?
Cadê a moça solta, de sorriso solto, de pestana viva e sincera?
Cadê os olhos negros de perder o medo da paixão platônica?
Deixa a maré te levar morena
Deixa a poeira baixar
Você vai rir de você morena, quando esta onda passar...

(Morena Branca - Gisele De Santi)

Ô unhazinha difícil de fazer, essa tal de Water Marble (e de falar também rs) ou Unha Marmorizada. Tem que começar o post assim, porque foi complicado! Hahah

Resolvi comprar um esmalte de tom pastel e já estava de olho na coleção África a vista da Colorama, ainda mais no amarelinho, o Banana! Ele é lindo, tem micro brilhinhos fofos, mas só fica bom com três camadas!

E pra não ficar aquela coisa tão amarelinha, resolvi testar a tal da unha marmorizada, foram duas tentativas vãs no mesmo dia, desisti e deixei tudo Banana mesmo. Mas, voltei a insistir e cacei tutoriais na internet. Depois de ver muitos descobri que devemos deixar a unha boiar no esmalte, depois mergulhar, aguardar um bocadinho e subir, pra enfim conseguir fazer. Sei que essa minha última tentativa não é AQUELA unha marmorizada, mas eu fiquei tão feliz de ter conseguido que amei! Hahahah!




Noah - Será que pode ficar comigo?
Allie - Ficar com você? Pra que? Olha só pra nós, já estamos brigando.
Noah - Mas é o que fazemos… brigamos! Você fala quando estou sendo um desgraçado arrogante e eu falo por estar sendo uma chata irritante, que é o que você é 90% do tempo. Eu não tenho medo de magoar você. Fica chateada por uns dois segundos e em seguida volta fazer a mesma coisa irritante.
Allie - E daí?
Noah - E daí que não vai ser fácil, vai ser muito dificil. E vamos ter que trabalhar nisso todos os dias. Mas eu quero fazer isso porque eu quero você! Eu quero você pra sempre! Você e eu, todos os dias.


Allie:  Você acredita que nosso amor é capaz de fazer milagres?
Noah: Claro, é ele que traz você de volta pra mim todos os dias
Allie: Será que nosso amor seria capaz de nos levar juntos? 
Noah: Nosso amor é capaz de fazer qualquer coisa



Desde o começo do mundo
Que o homem sonha com a paz
Ela está dentro dele mesmo
Ele tem a paz e não sabe
É só fechar os olhos e olhar pra dentro de si mesmo.

Tanta gente se esqueceu
Que a verdade não mudou
Quando a paz foi ensinada
Pouca gente escutou
Mas meu amigo volte logo
Venha ensinar meu povo
O amor é importante
Vem dizer tudo de novo.

Outro dia um cabeludo falou:
Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante que eles
Esta frase vive nos cabelos encaracolados das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto dos pensamentos poluídos pela falta de amor
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos!

(Todos estão surdos - Pato Fu)


É que a gente gosta de celebrar o amor todo dia, sem data. Com desapego, que é uma coisa que vou ter que te ensinar. A gente gosta é dos abraços sem aviso, dos encontros sem horário, dos beijos que nos faz dar risada, e também dos que damos entre risos. Coisas assim, bem a nossa cara. A gente nem sabe direito o dia que tudo começou, a gente só sabe que é amor. Que parece sempre novo e faz a gente querer continuar suspirando de alegria. E você também é boa companhia, mesmo triste, mesmo preto e branco porque pra mim você sempre tem cor. É que o maior motivo da gente se encontrar foi pra descobrir o amor em outras formas. E que amar tem tantos significados que até me perco. Mas você me acha, sempre.

E amar talvez seja outra coisa. Uma mistura de pé no chão e cabeça no teu peito. É você ir embora mas deixar tudo comigo, olhos, cheiro, mão, palavra, riso…

Quero ficar presa dentro do teu abraço por muito tempo. Esse sentir-se livre estando presa. É que teu abraço serve de curativo pras dores todas. É o jeito mais fácil do meu coração alcançar o teu. Um amor que vai além de dividir problemas ou riso. Não cabe, não tem nome. Ele é.

Que a gente continue com essa sintonia que só a gente tem e com uma alegria com cara de sexta-feira-feliz. Que é uma das coisas mais bonitas e que quero guardar pra sempre.Sempre. E cuidar com e do amor.

E sei que coração é coisa pesada pra se dar. Sei também que ele me pertence. Mas mesmo assim quero dá-lo a você.

(Vanessa Leonardi)

Pois é, volta a faculdade e fico novamente sem fazer as unhas... Mas com esse feriado, consegui finalmente!

Consegui, enfim, comprar o tal esmalte magnético! Comprei a R$ 11,00, na farmácia perto da minha casa (foi o lugar mais barato que encontrei, e o esmalte mais caro que já paguei). Comprei o Ima, da Ludurana!



É lindooooo! Diferente, o efeito é muito bacana, seca super rápido!

Agora, o esmalte é muito cremoso, MUITO! Demorei duas horas pra aplica-lo na unha, justamente por ser tao cremoso e também por nunca acertar o ima, tem que deixar bem pertinho da unha mesmo e com o esmalte molhado ainda.


O efeito final é lindo, mas dá um trabalhao! Mas vale a pena o esforco!


Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso.

Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.

(Ana Jácomo)


(DOAMOR)




"Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranquilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito. Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda. Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou... Com o coração na mochila, rímel nos olhos, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou. Não digo: "estou indo", não digo: "daqui a pouco", nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero." 


(Fernanda Mello)

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