Depois de muito tempo, consegui organizar as fotos para mostrar os esmaltes que usei no Natal, Ano Novo e pós Ano Novo!

As fotos são do celular, porque perdi o cartão de memoria da camera :(

Então, no Natal usei o esmalte da linha da Adriane Galisteu, o vidrinho é muito amor, é facil de esmaltar e de limpar! Escolhi o cintilante Sereia e o glitter Me beija (que é lindo).


Usei essa unha para passar o Natal!


Para o Ano Novo usei o Branco da Ludurana e a unha de açúcar que já queria usar há um tempão, e nada mais apropriado do que um glitter branco dywo para a virada do ano (que por sinal passei dormindo rs).



Fazendo um carinho no meu Algodaozinho oin!!!


E por fim usei o Caipirinha da Hits, aderindo a moda neon mas sem deixar o tom pastel de lado!
:)



Pi: Estava tão desgastado que mal podia me mover. Então, Richard Parker foi na minha frente. Ele esticou suas pernas e caminhou ao longo da costa. No início da floresta, ele parou. Estava certo que ele olharia para mim. Deixando sua cabeça reta, curvada... Como se tivesse terminado nossa amizade. Mas ele só entrou floresta adentro. Richard Parker, temido amigo. Responsável por minha vida... Desapareceu! Para sempre. Depois de umas horas, lembro que me acharam. Saíram e voltaram com pessoas para me pegar. Eu chorava... Não por ter sobrevivido... Chorava porque Richard Parker me abandonou. Então... Isso partiu meu coração.


A síndrome dos 20 e tantos

"Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco. As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo. Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?"

(Autor Desconhecido)

Depois foi a Sam. Fiquei pensando em seu presente por um longo tempo. Acho que pensei em seu presente pela primeira vez que a vi. Não quando a conheci, ou quando a encontrei, mas quando a vi, se entende o que quero dizer. Havia um cartão.
Dentro do cartão, eu dizia à Sam que o presente que eu estava dando tinha sido dado a mim por minha tia Helen. Era uma velha gravação em 45 rpm com "Something", dos Beatles. Eu costumava ouvir o tempo todo quando era pequeno e pensava em coisas de gente grande. Eu olhava meu reflexo no vidro, e as árvores por trás, e ouvia a música por horas. Decidi na época que, quando conhecesse alguém que eu achasse tão bonita quanto a canção, eu daria o disco de presente a essa pessoa. E não quis dizer bonita por fora. Eu quis dizer bonita de todas as formas. E assim, eu estava dando para Sam.
(Charlie, As vantagens de ser invísivel)




Não, não é o fim, dure o tempo que você gostar de mim
Entre o não e o sim, só me deixe quando
o lado bom for menor do que o ruim

(Nunca - A Banda Mais Bonita da Cidade)

Copyright © 2011 Quero refletir amor.... Designed by MakeQuick, blogger theme by Blog and Web | Posts RSS | Comments RSS