Assisti esse filme ontem, achei que pelo nome seria uma comedia pastelão, mas me SURPREENDI positivamente. É um filme dramático, romântico e a comédia fica com o Tyler que encarna três personagens. Vale a pena assistir. Essa cena que coloquei é a mais emocionante do filme. Eu não sou evangélica, mas aplaudi de pé!


Você é um avião e eu sou um edifício
Eu sou um abrigo e você é um missil
Eu sou a mata e você é a moto-serra
Eu sou um terremoto e você a Terra.

O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo e gasolina

Você é o fósforo e eu sou o pavio
Você é um torpedo e eu sou um navio
Você é o trem e eu sou o trilho
Eu sou o dedo e você é o meu gatilho

O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo e gasolina
Nós somos fogo e gás

Eu sou a veia e você é a agulha
Eu sou o gás e você é a fagulha
Eu sou o fogo e você é a gasolina
Eu sou a pólvora e você a mina

O nosso jogo perigoso combina
Nós somos fogo e gasolina

(Fogo e gasolina - Roberta Sá)



 “Dar e aceitar carinho, por livre, espontânea vontade e sempre.”
 “Quando alguém gentilmente preparar uma comida para você, devore sorrindo, como se aquela fosse a melhor refeição que você já comeu na vida”.
 “Seja sempre curioso sobre o mundo em sua volta, especialmente quando conhecer novas pessoas na sua vida”. 
 “Tire cochilos”.
 “Perdoe os amigos que não tem tempo para brincar”.
“Saia sempre da sua rotina”.


Clipe muito bacana e com muitas cores que mostra a criação e destruição do mundo em questão de minutos!


“Observe onde a sua energia está fluindo nesse exato momento. Onde está a sua atenção? No coração? Na cabeça? Provavelmente na cabeça, viajando em pensamentos, memórias, sonhos, desejos. Tente perceber que você foi ensinado a ser assim. A sociedade, a civilização, a cultura, todas forçam a criança a ser mais lógica. Elas tentam focar a energia delas na cabeça. Uma vez que as energias estejam focadas na cabeça, torna-se muito difícil descer para o coração.

Na verdade, toda criança nasce com muita energia amorosa. A criança é cheia de amor, de confiança. Você já olhou nos olhos de uma criança pequena? A criança ainda não aprendeu a duvidar. Mas nós a ensinamos a dúvida, o ceticismo, a lógica. Parecem ser medidas de segurança. Nós ensinamos o medo, ensinamos a cautela, ensinamos a prudência, e toda essa coisa junta mata a possibilidade de amor. Pouco a pouco, as pessoas aprendem a não acreditar, a não confiar, a permanecerem cronicamente em dúvida. E isso ocorre tão vagarosamente, em doses tão pequenas, que você nunca está alerta para o que está acontecendo com você. E quando você percebe, é tarde demais.

Talvez ninguém possa enganá-lo, mas você enganou a si mesmo. Você perdeu tudo aquilo que era valioso.
Então um fenômeno muito estranho acontece: você não pode amar pessoas, porque pessoas podem enganar. E como há uma grande necessidade de amar, as pessoas vão buscando substitutos: alguém ama a sua casa, alguém ama o seu carro, alguém ama as suas roupas, alguém ama o seu dinheiro. É claro, a casa não pode enganá-lo, o amor não corre risco. Você pode amar o carro – um carro é mais confiável do que uma pessoa real. Você pode amar o dinheiro. Por que tantas pessoas amam coisas em vez de pessoas? E até mesmo quando amam uma pessoa, elas tentam reduzir a pessoa a uma coisa.

Se você ama uma mulher, você está de imediato, pronto para reduzi-la a determinado papel: o papel de esposa, mais previsível do que a realidade de uma amada. Se você ama um homem, você está pronta para possuí-lo como uma coisa. Você quer que ele seja seu marido, porque um amante é mais líquido, nunca se sabe… Um marido parece algo mais sólido. Assim que as pessoas se apaixonam, elas estão prontas para o casamento – tal é o medo do amor. E seja quem for que amemos, começamos a tentar controlar. Esse é o conflito que permanece entre esposas e maridos, mães e filhos, irmãos e irmãs, amigos – quem vai possuir quem? E isso significa: quem vai definir quem, quem vai reduzir quem a uma coisa? Quem será o senhor e quem será o escravo?

No momento em que você toma conhecimento de que é isso o que está acontecendo, mude o fluxo: faça todos os esforços para contatar novamente o coração. Refaça o contato com o coração para desfazer o que foi feito a você pela sociedade.“

(Osho)

Aproveitando o esmalte da semana passada, o Aspen 040 da Realce, usei o glitter bafao da Penelope Luz, o Yin Yang!


Peguei emprestado da minha friend porque estava morrendo de vontade de usá-lo com esse cinza lindo!


Adorei os glitters, passei apenas uma camada e já espalhou bem!


Enfim, ficou lindo! E lá vai o cinza mais uma semana na minha mão rs!


Sem você, eu sumo
Eu morro de fome
Eu perco meu rumo
Eu fico menor
Eu tenho o seu gosto
Eu sou do seu jeito
A cor do seu rosto
Eu já sei de cor
Mas se você planeja
Nos partir ao meio
Então nem pestaneja
E faça sem dó
O meu desespero
É que quando acaba
Você fica inteiro
E eu fico o pó

(Um só - Clarice Falcão)


Comprei esses dias o Aspen 040 da Realce e fiquei doida pra usar!


Ele e cinza, mas tem um fundinho de azul tambem, muito tranquilo de esmaltar, usei apenas duas camadas e sem top coat!


Essa foto e do quinto dia de esmaltacao, sem top coat desde quando feita e esmalte intacto, a foto esta meio desfocada devido eu ter tirado do celular! Ele ainda vai durar um pouquinho na minha mao. 

Ja mostro a novidade! rs

Não é muito mas é o máximo dentro das limitações dele ♥

Complexo da Maré, Av. Brasil. Foto: Larissa Mattos

Clarice Falcao e Silva

Era manhã
Três da tarde
Quando ele chegou
Foi ela que subiu
Eu disse oi, fica a vontade
Eu é que disse oi mas ela não ouviu

A festa foi muito animada
Oito ou nove gatos pingados no salão
Eu adorei a feijoada
Era presunto enrolado no melão

Ela me achou muito engraçado
Ele falou, falou e eu fingi que ri
A blusa dela tava do lado errado
Ele adorou o jeito que eu me vesti


E foi assim que eu vi que a vida colocou ele pra mim ali naquela terça-feira de
Setembro
E foi assim que eu vi que a vida colocou ela pra mim ali naquela quinta-feira de
Dezembro
Por isso eu sei de cada luz de cada cor de cor pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro
Por isso eu sei de cada luz de cada cor de cor pode me perguntar de cada coisa
Que eu me lembro

(Clarice Falcao e Silva - Eu me lembro)

Foto mais linda dos lindos Ana e Leo! :)

Menino cansado de ser solidão
De falar de amor pra toda essa gente
Que não ama mais
Cantando sozinho pra salvar o coração
Menino maroto nem se dá conta
Que nem ele ama mais
E que ninguém vai
Cuidar desse coração
Ele vai perceber
Que o mundo é feito em solidão
E é o que me faz cantar

(Ana Larousse e Leo Fressato - Menino Maroto)


Eu estava num bar, sozinho. Uma garota se aproximou, cheia de patrocínios na camiseta, e me deu o convite para uma festa, dizendo: "Cara, essa balada vai mudar a sua vida." Pensei um pouco com meus botões e respondi: "Então eu não vou. Não quero que a minha vida mude." Ela não entendeu, achou que eu estava tirando sarro da cara dela e saiu distribuindo seus convites festivo-revolucionários entre as outras mesas.

Se ela quisesse ouvir, eu diria que estou feliz com a minha vida: namoro a garota que eu amo, trabalho com o que mais gosto, moro numa casa com churrasqueira e não tenho nenhuma doença. Claro, nem tudo é maravilhoso, mas somando as minhas angústias com as minhas conquistas, minhas topadas de dedinho do pé no batente da porta com meus primeiros goles de chope gelado, minhas horas no trânsito com minhas horas na praia, e tirando a média, acho que sou feliz. Não sou bobo de achar que é mérito só meu a minha felicidade. Tive tudo  a meu favor: pais maravilhosos, comida boa, escola liberal, livrinhos, filminhos e disquinhos coloridos, a bola oficial de cada copa e, quando mesmo com tudo isso percebi que não estava contente, meus pais me levaram a uma psicóloga para me ajudar com as minhas angústias. 

A felicidade é uma conquista difícil. Difícil, mas não impossível, nem tão distante da nossa realidade. O pensamento que deu origem à frase da garota me parece ser o seguinte: a felicidade é o oposto do que vivemos. Isso se expressa bem naquela ideia que temos do cara que ganha na loteria, larga TUDO e vai para uma ilha deserta ser feliz. Que horror! Se para ser feliz é preciso largar TUDO, então NADA do que fazemos é legal?! Será que nossas vidas são mesmo esse desastre? Acho que não. Claro, acho que nem todo mundo é feliz. Mas não acho que para eles serem teriam que largar TUDO e mudar completamente.

Acho que a felicidade está muito mais em conseguirmos ser felizes do jeito que somos do que em mudar o nosso jeito. Não estou dizendo: contente-se com um prato de feijão com farinha por dia, pobre criatura, não reclame e tente ser feliz. Acho que a gente tem que ter uma busca de mão dupla: ao mesmo tempo em que tentamos mudar o que achamos estar errado (em nós e no mundo), temos que tentar nos adequar a quem somos e ao que temos.

Só seremos felizes se estivermos contentes. Parece uma frase idiota, mas não é. Você já parou para pensar na palavra contente? Vem do verbo conter. Seremos felizes se nossa realidade for capaz de conter os nossos desejos. Se nossos anseios forem muito maiores que nossas possibilidades, estamos fritos. Não podemos entrar nessa de filminho bobo de Hollywood, em que basta querer muito que nossos sonhos se realizam. Mentira! Sermos milionários, dez centímetros mais altos ou viver sem termos que trabalhar não está ao nosso alcance. Ser feliz, sim, está.

(Antonio Prata)


Eram meras questões de minutos. E o encontro dos namorados mais parecia um duelo de ciúmes.

— Você chega sempre atrasado.

— É, sei. E ontem, quem é que ficou aqui esperando, que nem um pateta?

— Ah, eu só atrasei dois minutos. Hoje você atrasou dez.

— Você é que chegou adiantada. Mas deixa que qualquer desses dias eu descubro o que você tanto faz, que nunca chega na hora certa.

E as discussões se sucediam, sem pé nem cabeça. Mas ciúmes são cegos como o próprio amor. São sentimentos mesquinhos, minuciosos, não esquecem a insignificância dos mínimos segundos. As batidas do coração jamais deveriam se escravizar aos tiquetaques desencontrados de dois relógios diferentes.

A verdade, porém, é que eram ambos loucos, um pelo outro, e seus corações acabavam por se entender, num ritmo comum de compreensão. E as hostilidades descansavam invariavelmente em beijinhos e mil perdões.

— Desculpe, viu, amor?

— Que nada, meu bem, a culpa foi toda minha.

— Não, eu é que fiquei nervosa.

— Deixa disso, eu banquei o bruto.

Por pouco não voltavam a discutir.

Assim correram muitos meses e muitas, muitas brigas, e os dois não chegavam a um acordo. Mas a vida tem dessas coisas. Quando se dá conta, a felicidade já é irremediavelmente retrato na parede, cartinha na gaveta, passando. (...)

(Chico Buarque)


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